Como seria um Assassin’s Creed localizado no Brasil colonial?

Como seria um Assassin’s Creed localizado no Brasil colonial?

Uma das características marcantes de Assassin’s Creed é o seu “mundo aberto”. O jogo acontece em vários períodos da história, bem como em diversos locais. Isso só demonstra que a ordem dos assassinos e os templários sempre estiveram presentes em momentos distintos. Mas e se fosse lançado um game no Brasil Colonial? Como seria?

Essa fase começa logo após o descobrimento e segue até antes da mudança da Família Real de Portugal para o Rio de Janeiro. Repleto de transformações sociais, disputas e desafios, o cenário é perfeito pela busca de um pedaço da Maçã do Éden, um artefato cobiçado.

Quer saber como esse jogo seria, caso se tornasse real? Venha ver as ideias para um Assassin’s Creed no Brasil Colonial!

A atuação do herói diante dos nativos da nova colônia

Em busca do artefato tão importante, os assassinos poderiam se aliar aos nativos, que tentavam defender suas terras contra os colonizadores. Entre expedições bandeirantes e jesuítas, atuariam em parceria com as diversas tribos, em busca de retomar o artefato em posse de uma tribo remota.

Porém, o grande obstáculo seria a associação dos templários com o homem branco. Com mais armas e um plano de estratégia surpresa, o herói precisaria usar suas principais habilidades para salvar as tribos e ainda conseguir derrotá-los.

A busca pelo artefato em meio a invasões de outros países

O período colonial não foi nada tranquilo no Brasil. Então, a abordagem de Assassin’s Creed poderia se passar diante das invasões por outros países, como França e Holanda.

Nesse caso, seria preciso encarar templários de diversas ordens, ao mesmo tempo em que há a busca pela Maçã do Éden. As invasões trariam um fator surpresa e que exigiria dos jogadores muita habilidade para manter o foco nos objetivos.

Os personagens de Assassin’s Creed em parceria com escravos

O Brasil Colonial também foi marcado pela escravidão. O país foi o último da América Latina a abolir a prática, então dá para perceber que os negros de origem africana têm uma grande importância no cenário.

Nesse caso, o assassino traria sua proposta de liberdade para antecipar o processo de declaração de soltura dos escravos. Em parceria com esses trabalhadores compulsórios, poderia explorar os engenhos de açúcar e ficar sabendo dos bailes opulentos — quem sabe o artefato não estivesse no bolso de um dos proprietários de terra colonial?

As revoltas sociais e o clima de insatisfação na colônia

O tempo não fez o Brasil Colonial se tornar mais calmo — pelo contrário. Na época de exploração das Minas Gerais, a imensa saída de ouro para Portugal motivou diversas revoltas, como a Inconfidência Mineira.

Em um Assassin’s Creed nessa fase, poderíamos ver Tiradentes em parceria com os ideais de liberdade, rumo à conquista do artefato. Porém, seria preciso lidar com a traição de Joaquim Silvério dos Reis, que foi convencido pelos templários. Eletrizante, não é mesmo?

Um Assassin’s Creed no Brasil Colonial seria repleto de aventura, disputas e desafios. Além de tudo, seria uma ótima forma de resgatar a rica história do país, em uma aventura épica!

Quer mais conteúdos incríveis como esse? Curta a nossa página no Facebook para não perder nada!

Adicionar um comentário


Cadastre-se na Newsletter
X

Receba nossos conteúdos por e-mail.
Clique aqui para se cadastrar.